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Minha maior dificuldade era fazer conteúdo que vendesse.

Eu publicava. Tinha gente vendo. E não entrava venda. Passei muito tempo me perguntando o que faltava, até entender que o problema nunca esteve no conteúdo. Estava na pergunta que ele não fazia.

3 perguntas antes de criar qualquer peça
+R$ 33 mil vendidos com o método, numa operação de mentoria
19x mais comentários com palavra-chave no CTA

Três coisas travam. Provavelmente você tem duas.

“Eu publico e não entra conversa nenhuma.”

O alcance sobe. O post tem gente vendo. E o mês fecha sem uma única conversa que tenha nascido dali. O problema quase nunca é o assunto. É que a peça afirmou em vez de perguntar, e afirmação não pede resposta.

O que resolve A engenharia de gancho e de CTA que faz a peça terminar numa pergunta que a pessoa quer responder.

“Some a minha semana produzindo.”

Pauta, copy, arte, legenda, story. Tudo depende de você sentar e estar inspirado. Na semana em que a agenda aperta, a operação para, e o que para não recomeça no mesmo ritmo.

O que resolve Decidir a função antes do formato. A pergunta não é reels ou carrossel, é o que essa peça precisa fazer.

“Publico sem saber se está bom.”

Você escreve, você mesmo revisa e você mesmo aprova. Quem escreveu lembra por que escreveu cada linha, então lê o texto com a intenção, não com o que está na tela. O erro só aparece depois de publicado.

O que resolve Um portão que audita antes de subir, com crítico separado de quem escreveu, e que reprova com o defeito nomeado.

Ninguém convence ninguém. A pessoa se convence sozinha.

Pessoas gostam de comprar. Só não gostam de ser vendidas. Por isso eu parei de escrever conteúdo que afirma e comecei a escrever conteúdo que pergunta. Responda as quatro perguntas abaixo com sinceridade. É exatamente assim que a pergunta trabalha.

Pergunta 1 de 4

Você já publicou algo que teve alcance bom e mesmo assim não gerou nenhuma conversa de venda?

Pergunta 2 de 4

Se cada peça que você publica trouxesse uma conversa qualificada, seu faturamento mudaria?

Pergunta 3 de 4

Hoje o que mais pesa: não saber o que publicar, publicar e não converter, ou não ter tempo de produzir?

Pergunta 4 de 4

Faz sentido pra você ter um sistema que produza isso todo dia sem depender da sua inspiração?

Então a última pergunta é a única que importa.

O que te impede de começar agora? Se a resposta for nada, o prompt está logo abaixo e não custa nada. Se for outra coisa, provavelmente é uma das três perguntas que ficou sem resposta.

Pegar o prompt

Quanto do seu ano vai em produção de conteúdo?

Mexa nos dois controles com os seus números de verdade. Ninguém vê isso, e eu não guardo nada. É só pra você ver a conta escrita.

4,5h por semana
29 jornadas de 8h por ano
156 peças por ano

Esta conta é sua, não minha. Eu não prometo devolver esse tempo inteiro, porque gravar, aprovar e responder continua com você. Sai do seu colo decidir o que publicar, escrever e revisar.

Quem escreve nunca é quem aprova.

O problema de pedir conteúdo para uma IA é que ela sempre acha que ficou bom. A técnica Gauntlet mata esse viés separando as funções: uma IA constrói, outro recebe a peça sem saber quem escreveu, com uma ordem só, achar o furo.

Construtor

  • Escreve a peça inteira, sem revisar enquanto escreve
  • Não pode inventar número sem fonte

Crítico independente

  • Não viu quem construiu e não reescreve nada
  • Função única, tentar reprovar, com o motivo escrito
rodada real, nesta página
$ gauntlet run pagina-vendas portal acesso backend produto
6 eixos · 1 construtor e 3 críticos cegos por eixo · nota do eixo = a menor das três · teto de 3 rodadas · corte 90

rodada 1  design .......... 57  logo sem estilo na tela de login
rodada 1  copy ............ 58  11 de 12 títulos afirmam em vez de perguntar
rodada 1  técnica ......... 51  escape de aspas ausente em atributo
rodada 1  experiência ..... 56  spinner sem display, não gira
rodada 1  oferta .......... 58  parcelamento sem informar o total
rodada 1  substância ...... 61  falta recuperação de senha

47 achados críticos · 169 importantes · nenhum eixo passou na primeira

Essa é a auditoria desta página, rodada antes de ela ir ao ar. Nenhum dos seis eixos passou na primeira rodada. As seis linhas viraram correção e estão no ar. Inclusive a redefinição de senha por e-mail, que não existia quando o relatório foi escrito. Hoje ela é a página de "esqueci minha senha". Nenhuma delas sumiu do relatório sem ser resolvida. É por isso de eu confiar no que sai daqui.

De onde isso saiu.

Eu estava exatamente onde você talvez esteja agora.

Publicando com constância. Vendo o número subir. E terminando o mês sem uma conversa de venda que tivesse nascido de um post.

Cansei de adivinhar e fui pagar para aprender. Imersão, curso, caderno cheio. Estudei venda com quem vende, performance com quem trabalha performance, e comportamento humano com quem trata o assunto a sério. O que eu procurava era técnica de escrita. O que eu encontrei foi outra coisa.

As pessoas gostam de comprar. Só não gostam de ser vendidas.

A partir dali eu parei de escrever conteúdo que afirma e passei a escrever conteúdo que pergunta. Documentei cada gancho que funcionou e cada um que morreu. Depois transformei essa documentação em skills, para o método continuar rodando na semana em que eu não estivesse inspirado.

Hoje isso roda todo dia numa operação real. Os números desta página. Foi o que resolveu pra mim, e depois eu embalei.

Felipe Xavier Estrategista de marketing
@felipe_xavieroficial

O que ninguém pergunta antes de criar

Conteúdo estratégico não é sobre frequência.
É sobre função.

A maioria começa pela pergunta errada. Faço um reels ou um carrossel? Oxe, né assim não. Formato é a última decisão, não a primeira. Antes dele vêm três perguntas, e quem responde essas três para de publicar no escuro.

  1. Pra quem estou falando?

    Sem saber pra quem você fala, qualquer mensagem é genérica demais pra conectar com alguém de verdade. Define o nível de maturidade de quem lê, a linguagem, e se a peça chega em quem decide.

  2. O que quero que essa pessoa entenda?

    Conteúdo sem intenção de percepção não move ninguém. Move curtida, no máximo. Escolha a crença que você quer instalar ou quebrar, e a autoridade vem sem você precisar se autopromover.

  3. Qual próximo passo quero provocar?

    Se a peça não aponta uma direção, a pessoa consome e vai embora. Simples assim. Salvar, comentar, clicar, responder: escolha um, e só um.

Quando bem usadas

  • Cada post tem direção.
  • Conecta com a pessoa certa.
  • Conduz pra algum lugar.

Quando ignoradas

  • É volume sem destino.
  • Energia sem resultado.
  • E a culpa cai no algoritmo, que não tem nada com isso.

As três existem pra dar direção. Não pra engessar, nem pra substituir a sua voz. Responda antes de criar, pense sempre numa pessoa e não em todo mundo, e domine essas três antes de querer mais.

Material

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As três perguntas acima em 19 páginas, com o que fazer depois de responder cada uma. De graça, sem cadastro.

Capa do eBook Conteúdo com direção
eBook · 19 páginas

Conteúdo com direção

Como montar uma semana de conteúdo que atrai, qualifica e converte.

  • Função antes de formato, e por que a pergunta não é reels ou carrossel
  • Os três tipos de peça, e o erro de misturar os três numa só
  • A semana como unidade, com uma peça preparando a próxima
  • Cinco indicadores pra saber onde a sua semana está vazando
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Tem mais duas coisas de graça aqui: o prompt de análise de perfil logo abaixo, e o diagnóstico de 5 minutos.

Roda esse prompt agora. É de graça.

Copia, cola no ChatGPT ou no Claude junto com um print do seu perfil, e ele devolve o diagnóstico curto. Serve para qualquer nicho, e você não precisa comprar nada para usar.

prompt de análise básica de perfil
Você é um analista de perfil de rede social. Sua função é me dizer, com base no que você consegue de fato observar, por que esse perfil não está gerando conversa, e o que muda isso.

REGRAS QUE VALEM O TEMPO TODO

1. Trabalhe só com o que você consegue ver. Se um dado não estiver disponível, escreva "não consegui ver" e siga. Nunca estime, nunca preencha de cabeça, nunca invente número.
2. Conte antes de concluir. Toda afirmação sobre desempenho vem com o número que você contou e de onde tirou.
3. Sem elogio de cortesia e sem suavizar. Mas também sem culpa: descreva o que a peça faz, não o que eu deixei de fazer.
4. Sem jargão de marketing. Se precisar de um termo técnico, explique em cinco palavras.
5. Não assuma o meu ramo, a minha plataforma nem o meu jeito de vender. Pergunte.
6. Distinga o que você mediu do que você deduziu. Se um número saiu de contagem, diga contei. Se saiu de inferência, diga deduzi e mostre de onde.
7. Um achado só vale com o mecanismo junto. Não basta dizer que um post foi melhor: diga o que ele tinha que os outros não tinham, comparando com os que ficaram para trás.

COMO COMEÇAR

Antes de analisar qualquer coisa, me faça estas três perguntas e espere a resposta:

a) O que você vende, em uma frase?
b) Para quem, e o que essa pessoa está tentando resolver quando procura você?
c) Como a compra acontece: ela conversa com você antes, compra sozinha num site, decide na hora no balcão, ou passa por mais de uma pessoa decidindo?

Se eu responder (b) de forma vaga, não insista: anote como o primeiro achado e siga. Perfil de quem não sabe descrever o próprio público costuma comunicar essa mesma vagueza.

Se eu mandar analisar sem responder, analise. Mas escreva no começo do laudo qual caminho de compra você deduziu do próprio perfil (link da bio, destaques, localização marcada) e diga qual eixo muda se a dedução estiver errada.

O QUE VOCÊ PRECISA VER

Peça, nesta ordem: a tela inicial do perfil inteira (foto, campo nome, bio, link, destaques, contagem de seguidores), os últimos 12 posts com as datas, e os dois posts mais comentados com os comentários abertos e rolados até o fim.

Antes de começar, declare o que a sua forma de acesso limita. Exemplos reais: sem login o Instagram entrega 12 posts de um acervo de centenas e corta parte dos comentários; destaques e stories não abrem; não dá pra distinguir carrossel de foto única. Se você não declarar isso no começo, o laudo parece mais completo do que é.

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AS CONTAGENS OBRIGATÓRIAS

Faça estas sete antes de escrever qualquer conclusão. Elas são o laudo; os eixos são a leitura delas.

1. Censo dos posts
Uma linha por post: data, formato, curtidas, comentários, assunto em quatro palavras, e "pede alguma coisa? o quê?". A última coluna costuma ser a que explica o silêncio: um perfil onde a maioria dos posts não pede nada não tem problema de alcance, tem problema de pedido.

2. Comentário sobre curtida
Divida os dois. Se a curtida roda muito acima do comentário, as pessoas estão vendo e aprovando: não falta interesse nem entrega, falta motivo para responder. Se as duas estão baixas, o problema é anterior e está no alcance ou no assunto.

3. Quem comenta, por tipo
Classifique cada comentário lido em: colega da mesma profissão, parceiro comercial, cliente atual, conhecido, ou possível cliente. Conte quantos de cada. Colega e parceiro inflam o número e não compram. Cliente atual elogiando é prova social, não lead. Se ninguém pergunta preço, prazo ou endereço, diga isso com o número.

4. Pessoal contra profissional
Separe os posts nos dois grupos e calcule curtida média e comentário médio de cada. Os dois números costumam apontar para lados diferentes, e isso muda a recomendação: um pilar pode ser alavanca de alcance e afundar a conversa ao mesmo tempo.

5. A bio contra o feed
Liste o que a bio promete. Depois conte em quantos dos posts observados cada promessa aparece. Promessa com zero ocorrência é gente seguindo por uma coisa que nunca vem.

6. As legendas inteiras
Leia todas, não só as das capas. Conte quantas pedem alguma coisa, e dessas, quantas dizem onde ir. Procure especificamente por três defeitos que costumam repetir:
- a pergunta que a própria legenda já respondeu antes de pedir resposta;
- o pedido sem endereço ("agende", sem dizer por onde);
- o pedido que aponta para lugar nenhum.

7. A foto no tamanho real
Baixe a imagem de perfil no tamanho em que a plataforma serve, não ampliada. Olhe nela o que um humano olha no feed: dá pra reconhecer a pessoa quando ela aparece do lado de um comentário?

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OS SEIS EIXOS

Analise nesta ordem, nota de 0 a 10, com uma frase de justificativa. Nota sem justificativa escrita conta como não analisada.

1. IDENTIDADE. O campo nome traz o que eu faço, ou só meu nome próprio? Cubra o nome e leia só a bio: dá pra saber o que eu vendo e pra quem? A primeira linha fala do meu cargo ou do problema que eu resolvo? Se o negócio é presencial, a bio diz a cidade? Os destaques respondem "o que é, pra quem, como começa"?

2. CLAREZA DE NICHO. Olhando os posts, sobre o que esse perfil é? Se você precisar de "e também" para responder, diga isso: nicho largo não é lembrado por ninguém. Aponte também o conflito entre o que o nome de usuário promete, o que o campo nome promete e o que o feed entrega.

3. QUEM O PERFIL ATRAI HOJE. Use a contagem 3. Se forem colegas, diga na cara: colega comenta mais, o número sobe e a venda não.

4. A CONTA. Use as contagens 1 e 2. Dê os números e o que cada um significa. Aponte o post que destoa, para cima e para baixo, e o que cada um tinha de diferente dos demais. Se o post que mais engajou mesmo assim não gerou nenhuma pergunta de compra, diga isso: engajamento alto sem intenção é um resultado, não uma vitória.

5. CONSTÂNCIA. Intervalo médio, maior buraco, e se o ritmo voltou depois dele. Ritmo menor e constante entrega mais que rajada seguida de silêncio. Declare a janela que você enxergou: constância dentro de duas semanas não prova constância no ano.

6. ONDE A CONVERSA MORRE. Percorra o caminho como cliente: o post pede alguma coisa? Se pede, o comentário foi respondido, e a resposta abriu conversa ou fechou? Se eu chamar no direct, tenho o quê? Se eu quiser comprar agora, consigo? Aponte o degrau exato onde quebra.

Ajuste este eixo à resposta (c). Se eu vendo por site ou no balcão, o certo é o post levar direto ao produto, e cobrar pergunta no fim seria erro seu, não meu.

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ARMADILHAS QUE JÁ DERRUBARAM ANÁLISES

- Curtida não é comentário. Um perfil que parecia ter 19 comentaristas tinha 10 comentários e 6 pessoas reais; o resto era curtida na lista. Conte no lugar certo.
- "Me segue aqui" não é CTA. É o pedido mais comum e o de menor retorno. Quando aparecer, conte em quantas peças aparece e compare com o que a referência do nicho realmente usa.
- Elogio não é intenção. "Adorei" e "a melhor" são prova social, não fila de compra.
- Contagem de seguidores oscila entre duas consultas com minutos de diferença. Escolha uma leitura, use ela em todas as contas, e diga qual usou.
- Marcadores técnicos dão falso positivo. Testar tipo de post por presença de palavra no código da página costuma acusar tudo. Se o teste acusar até o caso que você sabe ser negativo, o teste está errado, não o dado.
- Auditoria feita por extração de texto não vê a página. Defeito visual reportado por quem só leu o texto extraído precisa ser conferido na imagem antes de virar correção.

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SE HOUVER UMA REFERÊNCIA DO NICHO

Se eu indicar um perfil de referência, ou se você encontrar um:

- Traga números dela, não impressões. Curtidas, comentários, e a razão entre os dois por tipo de peça.
- Ordene os mecanismos dela por taxa de comentário sobre curtida, não por volume absoluto. O post mais curtido raramente é o que mais conversa.
- Diga o que ela parou de fazer. Formato abandonado por uma referência é sinal de mercado, e costuma estar sendo copiado por quem chegou depois.
- Separe o que é engenharia (estrutura de gancho, arco da peça, tipo de CTA, tamanho de legenda) do que é estética e persona. Engenharia se copia. Estética não.
- Compare escala antes de copiar proporção: quem tem público grande e produto digital pode diluir venda de um jeito que quem vende hora marcada para um público pequeno não pode.

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O QUE ME ENTREGAR

- Uma frase dizendo o que esse perfil comunica hoje, de fato.
- As sete contagens, em tabela.
- Os seis eixos, com nota, o que você observou e o que aquilo está custando.
- AS TRÊS MUDANÇAS QUE MAIS IMPORTAM, em ordem de impacto. A primeira tem que ser algo que eu consiga executar hoje sozinho, sem contratar ninguém, sem comprar ferramenta e sem esperar a próxima semana.
- O QUE JÁ ESTÁ CERTO, e por que eu não devo mexer nisso. Perfil em reforma quase sempre perde a única coisa que funcionava.
- O QUE DEPENDE DE INFORMAÇÃO QUE VOCÊ NÃO TEM. Liste o que trava cada recomendação e quem precisa responder.
- O QUE VOCÊ NÃO CONSEGUIU VER, em lista. Silêncio aqui vale como análise não feita.

Termine perguntando qual das três eu faço essa semana.

Não escreva a bio nova, não monte calendário e não reescreva post. Aqui é só diagnóstico.

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ANTES DE ENVIAR, CONFIRA VOCÊ MESMO

- Toda nota tem justificativa escrita?
- Todo número que você citou foi contado, e não estimado?
- As sete contagens obrigatórias estão todas feitas, ou as que faltam estão declaradas?
- Cada achado vem com o mecanismo: o que a peça vencedora tinha que as outras não tinham?
- A primeira das três mudanças é mesmo executável hoje, sozinho e sem custo?
- Você distinguiu o que mediu do que deduziu?
- Sobrou alguma frase que serviria para qualquer perfil? Se sim, troque por uma que só serve pra este.

Isso serve pra você?

Prefiro que você desista aqui a comprar e não usar. Leia as duas colunas e responda honestamente.

Faz sentido se

  • Você já trabalha com IA, ou está disposto a usar todo dia
  • Você produz conteúdo para vender algo, seu ou de cliente
  • Você publica com frequência e ainda assim a conversa não acontece
  • Você quer um processo que continue rodando quando faltar inspiração

Não faz sentido se

  • Você procura um botão que publique sozinho sem você revisar
  • Você ainda não sabe o que vende nem pra quem
  • Você espera resultado garantido sem aplicar nada
  • Você quer que eu opere a sua conta por você. Isso é outro serviço

Se você quiser o sistema inteiro

O prompt acima é uma peça. O resto é uma esteira.

Ele te dá o diagnóstico de um perfil. Quem precisa produzir toda semana precisa de mais: pauta, copy, arte e um portão que reprova antes de subir. Isso é o pacote, e ele tem página própria.

Mentoria FX Lab

Você aprende fazendo, com alguém do lado.

Você já viu o método e os números desta página. Aqui você monta o seu, e eu fico junto durante a execução. São quatro meses com o seu negócio ou o do seu cliente na mesa. Eu mostro como eu faço, você faz, e a gente ajusta antes de ir para o ar. Você constrói enquanto aprende.

Duração4 meses
RitmoA cada 15 dias
FormatoGrupo ou individual
OndeOnline, ao vivo

O método tem nome, e ele é a espinha do curso

FX AQC. Três verbos, nesta ordem, e cada encontro serve a um deles.

  • Atrair. Fazer a pessoa certa perceber que você existe. Alcance sem endereço não serve pra nada.
  • Qualificar. Subir consciência, desejo, confiança e percepção de valor antes de qualquer oferta. Quase todo mundo pula essa etapa, e depois estranha o silêncio que vem depois do preço.
  • Converter. Conduzir para uma decisão, com objeção mapeada e follow-up escrito.

A Máquina de Captação FX

O AQC é o método. A Máquina é ele rodando: dez passos, da pesquisa de demanda até o follow-up, montados no seu negócio ao longo dos encontros.

  • O passo que muda o resultado é o formulário. Entregar a recompensa direto na conversa privada é o caminho curto que perde o lead: você entrega, a pessoa agradece e some, e você não sabe nem quem ela é. Um formulário no meio transforma curioso em pessoa qualificada, com nome, contexto e momento de compra.
  • Muita gente monta grupo e para ali, achando que a venda acontece sozinha por convivência. O ciclo só fecha em oferta e follow-up. Essa parte fica escrita.

Os oito encontros, e o que sai de cada um

Nada de aula solta. Em cada encontro você monta uma peça da sua operação e sai com ela preenchida por você, no seu material ou no do seu cliente. São oito peças suas no fim, uma por encontro.

  1. Diagnóstico e direção

    Onde a sua operação está hoje, sem gentileza. Sai o Diagnóstico FX e o seu objetivo de 120 dias.

  2. Psicologia da compra e persona

    Por que o seu cliente decide, além de quem ele é. Sai o Mapa de Decisão FX e a Persona Estratégica.

  3. PUV, posicionamento e narrativa

    O que você diz quando tem quinze segundos. Sai a sua PUV FX, com posicionamento e narrativa escritos.

  4. Estratégia AQC e o funil

    Onde cada peça de conteúdo entra na jornada. Sai o Mapa do Funil FX AQC do seu negócio.

  5. Demanda, ganchos, conteúdo e IA

    Descobrir o que a sua audiência já procura e transformar isso em pauta. Sai o Banco de Conteúdo FX.

  6. Recompensa, automação, qualificação e comunidade

    A captação montada de ponta a ponta. Sai a Máquina de Captação FX funcionando no seu negócio.

  7. Vendas, objeções e follow-up

    A conversa que fecha, e o que fazer com o silêncio depois do preço. Sai o Playbook Comercial FX.

  8. Métricas e otimização

    Qual número olhar e onde está o vazamento. No fim sai o Plano FX de 90 dias: manter, cortar, testar, acelerar.

O que vem junto

  • Oito encontros ao vivo, um a cada quinze dias ao longo dos quatro meses, em grupo ou individual. No individual os encontros são só seus, a agenda é combinada com você e o caso na mesa é sempre o seu
  • Suporte entre os encontros durante os quatro meses: no grupo fechado da turma, ou direto comigo, se for individual
  • Os agentes de IA da FX
  • O banco de ganchos validados para reel e carrossel, de onde sai a abertura das suas peças
  • O pacote de skills, incluído, pra você rodar entre um encontro e outro

Antes de me chamar

Faz sentido se

  • Você quer inteligência artificial rodando dentro do seu processo, todo dia.
  • Você aprende vendo alguém trabalhar. Ler o passo a passo funciona, mas você rende mais podendo perguntar no meio.
  • Você atende cliente e quer subir a entrega de post avulso para operação de conteúdo.
  • Você pensa em cobrar por esse serviço e quer conferir escopo e preço com alguém que já cobrou.

Não faz sentido se

  • Você quer que eu produza o conteúdo dos seus clientes. Aqui eu ensino você a produzir. Para terceirizar, contrate uma produção, sai mais barato que uma mentoria.
  • Você quer assistir aula e executar depois. Aqui a execução acontece durante, com o seu caso na mesa.
  • Você ainda não tem um negócio ou um cliente para colocar na mesa. Os oito encontros montam peças em cima de um caso real, e sem caso a coisa toda vira teoria.
  • Você quer um número garantido. O processo é validado e dá resultado, senão ele não estaria aqui. Ninguém consegue cravar quanto e em quanto tempo, porque isso depende do que você executa entre um encontro e outro.

O que fica com você depois dos quatro meses

  • A Máquina de Captação rodando, com os dez passos montados no seu negócio
  • A sua persona, a sua PUV, o seu posicionamento e a sua narrativa escritos, pra você reusar em cada peça e em cada conversa de venda
  • O banco de conteúdo e o cronograma, que continuam rodando na semana em que você não estiver inspirado
  • O playbook comercial, com a matriz de objeções e o follow-up que você não improvisa mais
  • O critério pra decidir sozinho se uma peça pode ir ao ar, sem depender de mim

Me conta o que você vende hoje, seu ou de cliente.

Você manda uma mensagem no WhatsApp contando o que vende hoje, seu ou de cliente, e eu te respondo se a mentoria faz sentido no seu momento. Se não fizer, eu falo isso. Sem formulário e sem fila.

Não é apresentação de proposta. Não sai preço na hora, não tem sequência de cobrança depois, e se você sumir eu não vou atrás.

Comece pelo que não custa nada.

Pegue o prompt, rode no seu perfil e veja o que volta. Se o que voltar fizer sentido, a gente conversa. Se não fizer, você não perdeu nada além de cinco minutos.

Pegar o prompt

Quer ver o sistema completo? As skills ficam aqui.